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WARLEY SANTANA ficou conhecido nacionalmente como o “oitavo elemento do CQC”, na primeira temporada do programa. Fez o papel de um assessor de imagem que simulava entrevistas com personalidades das classes política e artística para o fictício programa Em Foco.
O quadro colocava as pessoas em situações patéticas, ao aceitarem falar “frases de efeito” sugeridas por ele, além de “poses” para as chamadas do programa. Atualmente, está no elenco de O Formigueiro, apresentado por Marco Luque na Band, que estreou quinta passada. Estará em Santos todas as sextas, às 20h30, no Trajano Bar (Rua da Paz, 20), para o show de Stand Up Comedy - Warley e Eu.
Que conclusões tirou sobre políticos e celebridades, após o Em Foco?
Que todos nós somos suscetíveis e nunca buscamos as fontes para apurar nada (risos).
Há algo em comum nessas pessoas?
Talvez a vontade de sempre aparecer da melhor forma, independente do preço.
O humor do CQC é irreverente. Alguma vez você teve receio de fazer alguma pergunta?
A dificuldade do Em Foco era não transparecer que era um programa de comédia, estávamos sempre no limite, o convidado não podia desconfiar, por isso foi considerado um quadro mais difícil. É diferente de você abordar alguém que saiba que você é CQC, então as perguntas tinham que ser repesadas. A tensão era grande.
Como é sua relação com os outros integrantes do programa?
Somos todos muito amigos, nos falamos sempre.
Há espaço para tantos programas de humor que, hoje, existem?
Tem e sempre terá espaço para todo mundo, mas inovar nem sempre é fácil.
Qual a sua opinião sobre os programas CQC, Pânico na TV e Legendários?
Deram uma mudada na programação e daí nasceram ainda outros filhotes. O telespectador sente a diferença até na forma que o esporte é abordado hoje. Não é novidade ter esporte com humor, mas da forma que está, com intervenções gráficas e um enfoque ora mais sarcástico, ora mais leve, ainda não tinha visto.
E sobre comediantes ocuparem lugares de repórteres?
Acho que tem espaço para todo mundo, independente da formação. Existem grandes jornalistas que podem fazer comédia e vice-versa.
Dentro desse contexto, o que pensa sobre a não obrigatoriedade do diploma de jornalista para exercer a profissão?
Sou tradutor de formação também e já me senti lesado por não ter que ter o diploma para se fazer uma tradução. Hoje eu aceito melhor essa situação, acho justo que quem saiba fazer, faça. O mesmo serve para a profissão de jornalista.
O que pode nos adiantar sobre o novo programa de Marco Luque?
Estou apaixonado pelo programa, confesso que viajei para a Espanha bem curioso, quando cheguei lá, vi que era o que faltava na nossa programação. Muita gente vai dizer que tal quadro é imitação de alguma coisa e tal. Isso aconteceu com o CQC no começo e hoje o programa se firmou de melhor maneira, acredito que o mesmo vai acontecer com O Formigueiro.
Para você, como está sendo ser uma das “formigas”?
É clichê dizer que é um presente? As formigas são a alma do programa, com o Luque e todo o elenco e esquipe que, em tão pouco tempo conseguiu uma sintonia muito bacana. Eu sou a “Jura”, a formiguinha mais dengosa e ingênua, mas que também tem uma leve acidez. É muito legal, o Brasil vai gostar delas. Na Espanha, fica difícil encontrar os produtos da marca, eles se esgotam rapidinho.
E em relação ao seu show em Santos, o que o público deve esperar?
Muita descontração e convidados especiais. Uns bem conhecidos do público e outros nem tanto, mas com muito talento, com certeza. Um ambiente informal, onde o clima é de bate-papo, aproveitando o clima intimista do bar, essa é uma das vantagens.
O espetáculo Warley e Eu faz alguma referência ao best-seller?
Na realidade ele se refere aos vários apelidos que recebo por ter um nome estranho (risos). Talvez o humor estabanado, como o cão, mas ainda assim, amigo.
FELICIDADES
É importante fazer de cada pôr do sol uma nova esperança. De cada luta, outra lição de vida. Nessa jornada, é preciso amar as pessoas incondicionalmente e encontrar, num sorriso de criança, o segredo de um mundo ideal para se viver.
Se prestarmos atenção nas pequenas felicidades corriqueiras, aquelas que nem sempre são perceptíveis a olho nu, vamos perceber que precisamos desfrutar cada minuto de vida e ajudar aos que mais precisam. Apoio e carinho são alguns dos ingredientes para fazer com que as pessoas que estejam próximas se sintam amadas. Desfrutar da verdadeira “alegria de viver” não é difícil. Basta deixar de lado o racional e seguir adiante com o peito aberto e com a alma aberta para trilhar os caminhos do coração.
GABI MOSTRA AS GARRAS
Depois de várias personagens na mesma linha, Gabriela Duarte interpreta um papel com possibilidade de alçar voos mais altos. Habituada a fazer mocinhas sofredoras e ofuscada pela carreira da mãe, Regina Duarte, ela vem ganhando cada vez mais destaque na novela Passione, com a fogosa Jéssica.
O triângulo amoroso formado por ela, Berillo (Bruno Gagliasso) e Agostina (Leandra Leal) é um dos mais interessantes da trama, que coloca os atores em situações hilárias e dá a merecida chance de Gabi, como é conhecida no meio televisivo, destilar todo o seu humor e profissionalismo. Em entrevistas recentes, disse que a irreverente personagem, inclusive, melhorou o seu casamento e fez cogitar coisas que jamais havia pensado, como posar nua. “Fisicamente eu me garanto, mas se a Playboy demorar muito...”.
PÓSTUMA, PROFANA E... POLÊMICA!
Falando em Playboy, a edição portuguesa estampa uma homenagem para lá de caliente ao escritor português José Saramago, que morreu mês passado. Na capa da revista, que faz referência ao romance O Evangelho Segundo Jesus Cristo, um homem caracterizado como o messias da religião católica posa ao lado de uma mulher com o seio à mostra, deitada em uma cama de casal.
No recheio da publicação, mais fotos de Jesus, entre várias mulheres nuas em posições eróticas, mostrando, tal como na obra assinada pelo autor, um ser humanizado e aberto aos prazeres do sexo – numa delas, ele aparece observando um beijo entre duas mulheres. Também reproduz uma das entrevistas mais recentes concedidas por Saramago, que vivia exilado em Lanzarote, nas Ilhas Canárias, desde que o romance que inspirou a publicação foi censurado pelo governo português. Ao que parece, a Playboy segue o mesmo caminho da revista americana Hustler, que foi a primeira a mesclar religião com erotismo.
FAMOSOS E SOLIDÁRIOS
Futebol Solidário dos Artistas nesta terça, às 19h, na Vila Belmiro, em prol do Gapa Baixada Santista. Participam: os gêmeos Vavá e Márcio, artistas dos grupos Exaltasamba, Sem Compromisso, Art Popular, Cupim na Mesa, Feitiço, Algo Mais, Quintessência, o pagodeiro Salgadinho, os sertanejos Guilherme e Santiago, Hugo Pena e Gabriel, Matheus Minas e Leandro, Rio Negro e Solimões, Luiz Guilherme e Daniel, Michel Teló, além dos craques Denílson, Vampeta, Viola, Jamelli, Edinho e o técnico Dorival Júnior. É o bom exemplo que podemos esperar do esporte e das pessoas públicas, algo às vezes esquecido pelo comportamento dos famosos.
Dose certa
Lúcia Maria Teixeira Furlani e Geraldo Galvão Vaz assinam o livro Viva Pagu – Fotobiografia de Patrícia Galvão, uma obra de arte espetacular lançada pela Unisanta e Imprensa Oficial que foi gentilmente enviada. Grata.
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O sommelière Vanderli Marques à frente do workshop sobre Vinhos, do Clube do Conhecimento da Unimonte, de segunda a quarta, das 19h30 às 22h30, na Unidade Victorio Lanza.
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Na Relicário, nova linha de velas e acessórios especiais para compor a decoração da casa no inverno, todas garimpadas em ateliers e oficinas de designers descolados. A vitrine expõe trabalhos de mulheres que se organizaram em cooperativas por todo o país.
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Laurival Camargo agitando o Curso de Artes Para Crianças, desenvolvido por Cláudya Casas até o final deste mês, na Galeria Engenho D’Arte.
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Tradicional Feijoada da Família Verde e Rosa na quadra da Escola de Samba União Imperial, neste sábado, às 12h. Alcione Gonçalves Fernandes, um dos fundadores, será homenageado.
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A festa Revival, na noite deste sábado, na Capital Disco, será à fantasia e comandada pelos DJs Alê Couto e Dan, com o melhor das músicas dos anos 80 e 90.
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Oneyda Masch, à frente da Casa do Poeta, convida para o tradicional Caféezinho Poético, dia 16, às 20h, no Centro Cultural Israelita Brasileiro.
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Eduardo Ricci, à frente do Cine Clube Lanterna Mágica, convida para a abertura do Cineme-se 2010 – Festival da Experiência do Cinema, terça, às 19h30, no Teatro do Sesc. Até sexta, exibição de mais de 30 curtas-metragens no local, na Unisanta e no Tescom.
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Festival de Sopas do Clube Tricanas de Coimbra, dia 31, às 19h, no Centro Cultural Português.
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Jhoni Morgado convida para a exposição A Primeira Impressão é a Digital, até dia 31, no Ferry Boat’s Plaza Shopping.
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No Estúdio Valongo, as próximas oficinas serão Investigações: Reciclagem de Papel (nesta quinta) e O Livro de Artista e os Registros da Memória (dias 27, 28 e 30).
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