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| Montando o quarto do bebê | |||||
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Vitor Gomes de Andrade Silva |
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Quando se tem um bebê uma das maiores preocupações da família é a garantir um ambiente bonito e agradável para a criança. Surge, então, a idéia de preparar um quarto especialmente para o novo membro da família. Começam as mudanças e, muitas vezes, levados pela emoção, os pais planejam um belo quarto. No entanto, acabam se esquecendo de detalhes importantes e necessários para a comodidade e bem- estar do bebê. Segundo a arquiteta Maria Valquíria de Souza Barbosa, o quarto do bebê deve permitir a entrada de luz solar. "Um quarto arejado que propicie a passagem de luz natural contribui bastante para a saúde do da criança", explica. Quanto à luz artificial, o ideal é que ela tenha um potenciômetro, para que o grau de iluminação seja regulável. Desta forma, o quarto terá luz forte (que auxilia durante a limpeza do ambiente) e luz fraca, indicada durante a noite, para que o bebê tenha mais conforto ao dormir. Nestas horas, um berço seguro e de estrado regulável é fundamental. O conselho é evitar os berços que possuem pontas ou parafusos expostos. Durante a aquisição de um berço, deve-se optar por aqueles que tenham proteções acolchoadas nas grades. Outro móvel indispensável para a composição do quarto é uma cômoda que poderá servir como trocador. Se o local for espaçoso, a arquiteta indica a instalação de uma cama de solteiro, caso algum adulto precise dormir junto à criança; e uma poltrona confortável, para que o bebê seja amamentado sem ser removido de seu quarto. Para oferecer maior segurança à criança, a arquiteta, que é, também, professora universitária, lembra que a instalação de telas protetoras nas janelas é de grande importância. "Se as telas forem finas, além de evitar acidentes, inibe a estrada insetos no ambiente", ressalta. O quarto, se possível, deve ser ao lado do quarto dos pais. Porém, se o projeto do apartamento ou da casa não possibilitar esta proximidade, pode-se instalar uma babá eletrônica, para garantir o monitoramento da criança. Decoração Para não errar na decoração, a arquiteta aconselha o uso de tons pastéis. "Contudo, se um profissional especializado for consultado, nada impede a utilização de cores mais fortes", ressalta. Quadros, prateleiras, bichos de pelúcia podem ajudar a compor o quarto. Porém, deve-se evitar o acúmulo da pelúcia, assim como o uso de carpetes e tapetes, pois estes materiais contribuem para a proliferação de ácaros. Quanto à decoração temática, a arquiteta diz que elas são válidas. Contudo, é pertinente estudar os temas infantis antes de adotá-los. "Muitas vezes os pais colocam papéis de parede de ursinhos e quando, por exemplo, o menino chega aos cinco anos, prefere uma decoração voltada ao automobilismo", brinca. Ela lembra que no mercado há uma grande variedade de opções para todos os gostos e bolsos. "Basta haver planejamento e pé no chão. Assim, o quarto ficará do agrado dos pais e adequado às necessidades do bebê, que, antes de tudo, precisa sentir que é amado e que está protegido. E essas sensações ele só terá por meio do contato direto com seus pais e familiares", ressalta. |
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