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03/02/2012
Cotidiano
O perigo mora ao lado
Como diz o ditado, só depois da porta arrombada é que se coloca a trava de ferro. A tragédia ocorrida no Rio de Janeiro, com o desabamento de três prédios e a morte de várias pessoas, serviu de alerta para uma situação comum: as obras de reforma interna, feitas no vizinho ou na própria casa, podem ter consequências muito mais graves do que o incômodo das marteladas, caso as medidas técnicas e legais exigidas para obras estruturais não sejam atendidas.
Não é porque se é dono do imóvel que tudo é permitido. Um corte errado na parede, por exemplo, pode mexer com a estrutura da obra e comprometer a segurança da edificação. E isso vale tanto para apartamentos como para casas geminadas. Apenas obras de menor porte e pequeno impacto, como a troca de piso, azulejos e a pintura de paredes, dispensam autorização prévia e acompanhamento técnico.
Como lembra o diretor de relações públicas da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Santos (AEAS), Daniel Proença, não é atribuição da comunidade ter conhecimento técnico do assunto, mas, a princípio, ela é sempre a primeira a ser incomodada. Para quem tem dúvida quanto às obras em execução no prédio, sua orientação é que converse com o síndico, a quem compete estabelecer critérios internos, até em relação ao peso do entulho no elevador.
O secretário municipal de Infraestrutura e Edificações, Antonio Carlos Silva Gonçalves, esclarece que toda obra que implica mudança de compartimentação interna exige responsabilidade técnica, de um engenheiro ou arquiteto, e autorização do órgão público. Até para contratar um "cordeiro" (operário que desce com corda para serviços na fachada do prédio) é preciso notificar a Prefeitura. "O problema é que as pessoas fazem muita coisa oficiosamente. Se a firma não for legalizada, se o operário não tiver contrato ou não portar os equipamentos de segurança necessários, na ocorrência de um sinistro o síndico responde como pessoa física", alerta.
Reforma interna
Segundo Antonio Carlos, esta é uma das maiores dificuldades da Prefeitura. "Se não houver vestígios externos, não há como o fiscal saber. A maior parte dos nossos atendimentos resulta de denúncias. As pessoas precisam se conscientizar da responsabilidade das obras que fazem nas suas moradias".
Barulho excessivo - É uma reclamação constante, principalmente nos finais de semana, diz o secretário. De acordo com o Código de Posturas do Município, os ruídos são proibidos antes das 8 horas e depois das 18 horas em dias úteis, e antes das 8 e depois das 12 horas aos sábados. Aos domingos, o silêncio é regra nas construções por todo o dia. As reclamações podem ser feitas pelo tel 3201-5252.
Marquises, um perigo real
Ao caminhar pelas ruas da cidade, principalmente na região central, a sensação é que se tem uma espada apontada para a cabeça o tempo todo. São muitas as marquises com rachaduras, até ferros expostos, denotando falta de manutenção e o risco iminente de desabar. Há um ano um jovem de 33 anos morreu atingido por uma dessas marquises no centro da cidade. A ocorrência mais recente foi na madrugada de segunda-feira (30), quando dois metros de marquise ruíram na parte interna de um edifício localizado na avenida da praia. Felizmente, ninguém ficou ferido.
O diretor da AEAS, Daniel Proença, comenta que hoje está proibida a construção de marquises na cidade, mas no passado este era um adereço comum nos edifícios. "Usavam como proteção do imóvel contra o sol, para facilitar o acesso ao comércio, oferecer maior conforto ao transeunte".
Segundo o secretário Antonio Carlos Gonçalves, desde o desabamento de uma marquise na Praça Independência, no Gonzaga, em 2001, que causou a morte de uma pessoa, foi criada legislação específica para atestar a segurança. "A Prefeitura continua fiscalizando, aplica multas, mas a responsabilidade é do proprietário do imóvel. A lei aos poucos vai sendo cumprida, mas é uma movimentação muito lenta". Há 3 meses, 14 endereços estavam com marquises escoradas.
Em 2011, 36 marquises foram demolidas após a emissão de intimações pelo Departamento de Controle do Uso e Ocupação do Solo e Segurança de Edificações (Deconte), que expediu 1.791 intimações no período. Ainda em 2011, 1.647 laudos foram entregues e 682 foram lavrados por falta de documento.
Entidade orienta condomínios
De acordo com o Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o síndico é o responsável civil e criminalmente pelo que acontece no condomínio. Ele deve ser oficialmente comunicado por condôminos, com antecedência, sobre obras realizadas no interior das unidades que possam afetar a estrutura ou as instalações - remoção de paredes, aberturas e outras que possam impactar o edifício.
Os respectivos proprietários se obrigam a fornecer previamente ao síndico declaração assinada pelo engenheiro e/ou responsável técnico, na qual conste que a referida obra não altera e/ou afeta a estrutura e as instalações (hidráulicas e elétricas) da edificação, acompanhada da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), devidamente recolhida. O documento também deve atestar que as obras estão de acordo com as legislações municipais, o que confere respaldo ao síndico e garante a segurança da edificação.

Por NESTOR M.S.AYROSA em 13/05/2012, às 20:03hs
Comentar o comentárioSOU NASCIDO E CRIADO EM SANTOS MAS DEVIDO A OPORTUNIDADE DE EMPREGO A 17 ANOS MORO EM SERTÃOZINHO-SP E TODA SEMANA LEIO AS REPORTAGENS DO JORNAL DA ORLA ATRAVEZ DA INTERNET.CONSIDERO UM EXCELENTE JORNAL DE MODO GERAL POIS E ATRAVEZ DELE QUE MATO A SAUDADES DA MINHA QUERIDA SANTOS.QUEM SABE UM DIA SE TIVER UMA OPORTUNIDADE MELHOR VOLTO A MORAR EM SANTOS.ABRAÇOS A TODOS E PARABENS PELAS MATERIAS.
Por pathricia moreno em 13/05/2012, às 12:09hs sobre Toda nudez será hackeada....
Comentar o comentárioO EGO dela é tão grande, que ela se clica até cagando!!!!!!!! Bem feito!
Por Mais uma morte para as estatísticas. em 13/05/2012, às 11:36hs
Comentar o comentárioOntem à noite, mais um acidente aconteceu na estrada de Nova Lima. Um jovem estudante de economia bateu seu carro após dirigir imprudentemente e colocar 180 km/h no velocímetro. O acidente aconteceu na madrugada do dia 13 e deixou um morto e dois feridos. A incapacidade da via de suporta certas condutas é evidente, mas o descaso das autoridades só contribui para manter as estatísticas elevadas. A demanda da população é por um radar na região já é antigo e, a cada acidente, a causa adere mais adeptos.
Por valter jjose vieira em 11/05/2012, às 22:36hs
Comentar o comentárioA lei que entra em vigor proibindo depósito prévio para atendimento em hospitais,será um complicador a mais para a sociedade. Como uma empresa vai funcionar sem a garantia de recebimento pela prestação de serviços, quando as evidências apontam para alto grau de endividamento e inadimplência do mercado? O governo não faz como deveria fazer sua parte e transfere os problemas para empresas, sem o devido cuidado de legislar as garantias. O sistema judiciário ineficiente e por conseguinte sobrecarregado, terá de tratar com mais este complicador.Esta situação poderá ter desdobramentos para restaurantes,hotéis,universidades ,etc. O cidadão vai ao restaurante não levando cheque,cartão ou dinheiro e diz que está com fome,fazendo a refeição, cabendo ao estabelecimento cobrar pelos serviços .Os efeitos colaterais serão sentidos nos mercados por analogia.E agora como fica....
Por Elvira Akchourin do Nascimento em 11/05/2012, às 21:09hs sobre As profissões das mães.
Comentar o comentárioParabéns pela escolha deste lindo texto. As mães são formadas em todas essas profissões mesmo, e tentam fazer tudo da melhor forma possível.
Por Rafael em 11/05/2012, às 16:09hs sobre O mistério das pedras Klerksdorp.
Comentar o comentárioQuanto ao assunto das pedras, achei muito interessante, mas também achei uma falha científica na metodologia usada para datar as mesmas.
O teste de Carbono 14 não pode ser usado em pedras ou em nenhuma liga metálica, para datar as mesmas. O teste de carbono 14 se baseia na absorção do carbono atmosférico pelos seres vivos. Quando a coisa morre, já não carrega carbono da atmosfera através de processos tais como alimentação ou respiração e os níveis de C14 no corpo se esgotam devido ao processo natural de decaimento radioativo.
Ao ver a quantidade de restos de C14 é possível ver quanto tempo se passou desde que o animal morreu. Portanto, o narrador estava equivocado quanto a este assunto. Datar pedras e ligas metálicas com precisão é muito difícil e ainda não existe método científico consistente para isso.
Outra coisa, novídeo, são mostradas imagens da "Death Star", do filem Star Wars, ao invés de um satélite natural de Júpiter.
Quanto as brocas, é um propriedade das mesmas que não furem material mais duro que elas próprias, por isso existem brocas de vários materiais, inclusive de diamante, que com certeza furaria uma dessas pedras. Um broca de aço não fura nem uma pedra de quartzo convencional.
Por Neuci Bicov Frade em 11/05/2012, às 13:00hs sobre Comunidade do Nova Cintra ganha sala de inclusão digital.
Comentar o comentárioNós do Cedir, ficamos muito orgulhosos e felizes com o excelente trabalho desenvolvido pelo Settaport.Parabéns!
Por Roberto Farias Viana em 11/05/2012, às 11:21hs sobre Toda nudez será hackeada....
Comentar o comentárioPrimeiramente, gostaria de parabenizá-lo pela forma que aborda os assuntos em questão: sem rodeios. E aproveitando o gancho das fotos sensuais de Carol Dieckmann, as pessoas tem que ter mais cuidado com certos arquivos, pois pode se tornar num grande problemão. E mais uma vez, parabéns, Christian.
Por valter jose vieira em 07/05/2012, às 10:25hs
Comentar o comentárioO Santos,jogando com camisa azul,não combina com sua tradição e desvirtua até o hino e grito de guerra da torcida.A camisa preta e branca ,além de mais bonita não poderia e nem poderá ,em tempo algum ser substituida .Sugerimos a quem teve esta ideia, que reveja os conceitos e torne o preta e branco as cores oficiais e insubstituíveis desta grande equipe .
Por Jose A. Silva em 07/05/2012, às 08:07hs sobre Polêmica no alto do morro.
Comentar o comentárioO MP e a CETESB não respeitam o princípio da isonomia. Usam dois pesos e duas medidas e com isto perdem credibilidade.
Na cidade de São Paulo eles permitem que, ainda hoje, se continue construindo em Topos de Morro como a Av. Paulista, Sumaré, Perdizes, etc, etc.
Por Vitor em 06/05/2012, às 11:23hs sobre VTV completa 10 anos e prepara transmissão digital em HD.
Comentar o comentárioCorrigindo o senhor Gil Mansur, na copa de 1970 a televisão em cores não havia sido implantada no Brasil. A transmissão, a partir do México, era colorida, mas nossas emissoras retransmitiam em preto e branco.
A 1ª copa que assistimos em cores foi de a 1974.
Uma rápida pesquisa na internet comprova o que estou dizendo.
Por Wilson da Neves em 05/05/2012, às 09:17hs sobre Polêmica no alto do morro.
Comentar o comentárioIsso é que é falta do que fazer, o pessoal do morro da Sta.Teresinha estão lá legalmente.
Por Neusa Pedro em 30/04/2012, às 21:16hs sobre Raiz profunda.
Comentar o comentárioOi, Jadir!!!
Lindo e sábio a sua mensagem! adorei, tenho muito a aprender com estas leituras.
obrigada!!!
Por jose de abreu em 29/04/2012, às 14:09hs sobre Aplausos merecidos.
Comentar o comentárioParabens dr. roberto por esta informação
Por Roberto Mohamed em 28/04/2012, às 18:43hs sobre A selvageria na Libertadores.
Comentar o comentárioCaro Sergio:
Tenho profundo respeito pelo Presidente do Santos e o apoio em todas as iniciativas positivas para o clube, mas até hoje acho injustificável a sua incapacidade de ouvir críticas. Não é a primeira vez que ele perde a cabeça ao responder alguma indagação de um Conselheiro. Eu estava nessa reunião mas me retirei por conta do sistema chapa branca de perguntas por escrito. E acredito que se tivesse ficado, teria saído em defesa do Conselheiro Celso Leite, primeiro por achar que está certo, pois o filme é uma MERDA. Segundo porque jamais poderei admitir o desrespeito a um Conselheiro no uso de suas atribuições. Quem não consegue conviver com críticas, torne-se patrão na iniciativa privada ou vire o Lula. A Presidência de um clube do tamanho do Santos, implica em paciência para críticas e bom senso para respostas.