Sexta-Feira, 24 de Novembro de 2017
Estilo - 15/07/2017

Um cantinho para trabalhar em casa

Pode parecer fácil, mas levar a rotina profissional para dentro de casa é uma tarefa desafiadora, especialmente, se você não criar um ambiente específico para isso, que estimula a sua produtividade e concentração

Montar um escritório em casa tem se tornado não só uma preferência, como necessidade dos brasileiros: seja pela diminuição de gastos e qualidade de vida ou pelas empresas que estão, cada vez mais, aderindo ao trabalho remoto. 


Pode parecer fácil, mas levar a rotina profissional para dentro de casa é uma tarefa desafiadora, especialmente, se você não criar um ambiente específico para isso, que estimula a sua produtividade e concentração. Conversamos com o arquiteto Marcelo Rosset que dá dicas para quem está pensando transformar um cômodo de casa em escritório. Confira:


Como começar?
O primeiro passo para criar um home office, explica Rosset, é analisar o seu tipo de trabalho e quais equipamentos serão necessários para atender a atividade e, então, projetar o ambiente.


Cores e materiais
Não existem regras, mas, indica o arquiteto, as cores neutras são excelentes para este espaço, levando conforto visual e iluminação. “Além disso, elas permitem combinações com outros tons, que evocam, por exemplo, sensações de concentração, imaginação e criatividade. Para os mobiliários, o ideal é investir em materiais duráveis, como o couro e a madeira”, diz Rosset.


Iluminação
O home office deve ser bem iluminado. Para isso, aposte em vários pontos de luz. “É necessário ter uma iluminação geral, que pode ser realizada através de pláfons ou lâmpadas de LED, e também uma iluminação direcionada, através de dicroicas embutidas ou luminárias de mesa”.


Valorizando o espaço
Geralmente, os escritórios domésticos dispõem de pouco espaço, por isso, é recomendado utilizar móveis sob medida. “Outra dica é a utilização de estantes com nichos, que alia valor estético, além de organizar equipamentos e objetos, deixando a mesa livre para exercer as atividades”, conclui Rosset.