Terça-Feira, 20 de Fevereiro de 2018
Esportes - 18/01/2018

Desafio Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas será em março

Ivan Storti/Divulgação

Inscrições seguem abertas até o dia 31 deste mês

O mais tradicional e importante desafio de canoagem havaiana do Brasil já tem data definida neste ano. Em sua 15ª edição, a Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas será disputada no dia 10 de março, com largada e chegada na Praia da Aparecida, em Santos, e 75 km de percurso ininterruptos, pelo mar (costeiras) e trechos de rio e mangue. 


As inscrições já estão abertas e encerram no dia 31 deste mês. Até agora, 14 equipes já estão garantidas na disputa, com atletas da Bahia, Rio de Janeiro, sobretudo Niterói, e até do exterior, incluindo a Samu Team Brazil, de São Paulo, tricampeã e recordista da disputa. Para assegurar participação na prova, os atletas devem acessar o site oficial do evento, onde estão todas as informações, inclusive a possibilidade de competir para quem não tem equipe. 


A competição, patrocinada por DP World Santos, Onbongo e Caiaques Opium Hightech, terá o mesmo percurso, com os remadores seguindo no sentido anti-horário, por toda a costa da Ilha de Santo Amaro, onde está Guarujá. Nove atletas integram cada equipe, sendo seis na canoa e três no revezamento, e as trocas dos competidores ao longo de toda a disputa se tornam um dos destaques, com as substituições feitas com as embarcações em movimento. 


“O evento é baseado na principal prova do Mundo, a Molokai-Oahu, no Havaí. Somos precursores de longa distância no Brasil e hoje se tornou uma chancela. Os atletas, assim que vão pegando experiência, querem desafio”, relata o organizador Fábio Paiva. “São 75 km onde tudo pode acontecer. Nunca é monótono. Sempre tendo de trabalhar estratégia, muita logística, preparação do time. E a todo momento pode mudar o cenário. Nem sempre o melhor ganha”, destaca Fábio, um dos maiores entusiastas da modalidade.


Segundo ele, as inscrições serão encerradas no dia 31 para que tudo possa ser planejado, desde a estrutura às próprias equipes. “Sempre falo que a prova já começa ao se inscreverem. Que quando vão remar, já fizeram 70% do evento”, comenta.