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Colunistas/Mentalmente Leve | 23/05/2020

Parece que nada dá certo para você?

Psicóloga clínica, especialista em análise do inconsciente, pós-graduanda em neuropsicologia, analista corporal, formação master em programação neurolinguística e membro Access Consciousness.

Vou te propor um exercício: busque na sua memória, momentos de sua vida em que tudo foi tão perfeito, fluiu de forma tão natural e simples que foi difícil de acreditar. Talvez um projeto profissional, uma oportunidade de emprego, uma festa, um evento, um encontro, um relacionamento...
(Sem pressa... o texto continua logo abaixo, tome seu tempo).

 

Se você conseguiu lembrar de ao menos um momento, perceba também que foi uma situação em que você estava totalmente aberta a receber; sem fazer muitas considerações, talvez por uma união de interesses, talvez por cansaço, talvez por indiferença. Identifique em que estado emocional você se encontrava quando esse momento se deu de forma tão leve.

 

Se você não lembrou de nenhum bom momento e se sente a pessoa mais injustiçada do planeta, você precisa muito ler esse artigo até o final.

 

O que difere as pessoas satisfeitas das insatisfeitas é um ponto muito simples, é o ponto de vista.

 

Há quem viva situações de pouca fartura e muita simplicidade sentindo-se abençoado e feliz; há pessoas saudáveis, bonitas e bem remuneradas, descontentes. O ser humano tem o hábito de encontrar satisfação na conquista e a insatisfação na falta. Quanto mais exigente e insaciável alguém for, menor a chance de sentir realizado; ou considerar que as coisas não funcionam para si.

 

Treine sua mente para enxergar vantagem em toda e qualquer situação. Independente do resultado que obtiver, encontre o benefício escondido. Sempre há um.


Os fatos são os mesmos fatos para todo mundo. Porém, quem tem o hábito de encontrar o lado positivo repetidamente, leva a vida com satisfação. E quem olha de fora, pensa que é sorte. Não é sorte, é uma escolha. É uma atitude. É um comportamento.


Opiniões divergem sobre o estilo de vida alheio, cada um julga de uma forma, a maioria acha que a grama do vizinho é mais verde, porém é fácil apitar o jogo da arquibancada. A grande sacada é analisar o seu próprio livro.

 

Como você escreve sua história? Se seu livro estivesse a venda, qual seria a sinopse? Esse exercício é genial. E eu espero que você realmente se dedique a chegar a uma conclusão sobre isso. Afinal é a sua história, é da sua vida que estamos falando.

 

Será que nada dá certo para você ou será que você foca sempre no que ficou faltando? Pense nisso e escreva os próximos capítulos pautados na satisfação.


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